sábado, 22 de outubro de 2011

EVENTO PSICOPEDAGOGIA- UFPB

ESTA SEMANA SERÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O III SEMINÁRIO DE PSICOPEDAGOGIA DA UFPB. TEREMOS PALESTRAS E APRESENTAÇÕES DE TRABALHOS. OS RESUMOS PODERÃO SER ENVIADOS ATÉ O DIA 11 DE NOVEMBRO DE 2011.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O AVANÇO DA PSICOPEDAGOGIA

O curso de Psicopedagogia da UFPB, vem mais uma vez comprovar a sua aceitação perante a sociedade com a divulgação da sua concorrência para o vestibular 2011, apresentando uma concorrência de 7 para 1 vaga no turno de manhã e quase 4 para o turno da tarde que começará em 2011.2.Isto para quem tem apenas 1 ano e 6 meses de existência é fenomenal.
O Departamento pode se considerar vitorioso uma vez que estamos em primeiro lugar dentre os cursos do Centro de Educação, reforçando e demonstrando que o trabalho que vem sendo realizado está tendo reflexo fora da academia.
Mas, sabemos também que este resultado é fruto do esforço que todos os professores tem desprendido em se dedicar integralmente ao tripé da educação de qualidade: ensino, pesquisa e extensão e com certeza em um futuro não muito distante estaremos dentre os primeiros cursos mais procurados da Paraíba.

João Pessoa, 23 de novembro de 2010.

domingo, 5 de setembro de 2010

A FAMÍLIA SOB NOVAS PERSPECTIVAS

Falar sobre a família é algo muito complexo, pois nos remete a vários aspectos como o emocional, o social e o jurídico. É preciso que estejamos cientes principalmente do seu papel na integração do sujeito à vida, à história, ao meio e aos padrões de conduta que norteiam a sociedade, tendo em vista que será no círculo familiar que estará presente a primeira visão da realidade, as primeiras representações que a partir daí vão se expandindo.
Mas como fica a família diante de uma realidade cada vez mais presente como o divórcio, a separação? Pois, se antes tínhamos o casamento como um laço indissolúvel perante os olhos da Igreja e da sociedade, a situação atualmente é completamente diferente, assumindo um paradigma de normalidade que vem segundo alguns estudiosos, contribuindo para o seu aumento. A incidência nos casos de separação foi crescendo de tal forma que cada vez mais obrigam as Leis a reverem seus conceitos no sentido de adequarem-se a este fenômeno social, buscando interagir com outras ciências como a Psicologia e o Serviço Social no sentido de humanizar mais a Justiça e assim minimizar os danos advindos com a desestruturação familiar.
O que podemos observar é que mesmo sendo, muitas vezes, causador de infelicidade, seja para um ou ambos os cônjuges, a separação serve como válvula de escape para as tensões, as brigas, a falta de amor, de respeito, enfim dos problemas que se vão avolumando no decorrer do casamento. Mas se por um lado a separação pode servir para resolver as desavenças entre o casal, no que se refere aos filhos poderá tomar proporções bem maiores, desencadeando inúmeros problemas como a depressão, agressividade, sentimento de rejeição, distúrbios de aprendizagem e baixa auto-estima.
Contudo, é que se compreenda que cada família possui seus próprios valores e que inúmeros fatores serão responsáveis pela intensidade do impacto emocional nos filhos diante da separação dos pais, entre estes podemos citar: o tipo de relação existente entre pais e filhos no período que antecedeu a separação, o motivo do rompimento, a personalidade do filho e também o relacionamento entre os pais durante e após a separação.
Neste sentido MARIA TEREZA MALDONADO em seu livro Casamento –Término e Reconstrução, coloca que a rearrumação é extensa, afirmando também que no primeiro ano após a separação poderão existir mudanças nos hábitos e rotinas além de transformações no que se refere ao padrão de vida e ao ambiente social. A partir do segundo ano ela considera que começa a haver uma melhora no ambiente familiar e por volta do terceiro ano, embora a tensão continue, este ciclo se encerra.
Os efeitos da separação dos pais sobre os filhos tem originado diversas pesquisas que abordam os mais variados temas desta situação, e o que se verifica na grande maioria destes estudos é que, embora as consequências possam ser aliviadas os pais não tem, na maioria das vezes, como evitar que os filhos sofram com a separação. Podemos afirmar, no entanto, que o diálogo, a sinceridade e principalmente não usar o filho como intermediário e joguete entre o casal irá abrandar as consequências negativas desta situação.
Estas mudanças são responsáveis também pelo surgimento de diferentes tipos de representação da família. Por exemplo, antes ao falarmos de família trazíamos vinculada somente a imagem do pai, mãe e filhos juntos, hoje temos na sociedade vários modelos. Dentre estas novas formas de representar a família encontramos aquelas em que os pais ficam com a guarda dos filhos e os criam sozinhos, temos mães que assumem totalmente os filhos tanto financeiramente como na educação, torna-se constante também família formada por pessoas separadas que se unem e trazem para esta nova relação filhos de uniões anteriores e até famílias formadas por avós que passam a assumir os netos integralmente após a separação dos pais destes.
Temos assim na sociedade contemporânea um conceito de família bastante diversificado, bem como uma visão do casamento totalmente diferenciada daquela existente em períodos anteriores da história. Entretanto, uma perspectiva não mudou, apesar de tantas transformações, que é o fato da família ter o dever de cumprir o seu papel em direção ao desenvolvimento e felicidade de todos os membros que dela fazem parte.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Visão interdisciplinar na construção da leitura e da escrita

Trabalhar a construção da leitura e da escrita vai muito além da preocupação com a metodologia ou didática a ser utilizada pelo professor, é, sobretudo, uma percepção holística daquele ser que ora começa a adquirir as condições necessárias para não somente decifrar códigos, mas principalmente dar-lhes significados.
Faz-se mister que os profissionais envolvidos nesse processo busquem compreender quão importante é conhecer a história de cada um, e como o que já foi denominado de currículo oculto influencia permanentemente na capacidade de aprendizagem do indivíduo.
Assim, é inadmissível que aspectos como o social e o familiar sejam deixados de lado quando se trata de educação, pois a aprendizagem estará diretamente relacionada com a interrelação do aluno com seu núcleo social e familiar.
Chamamos, portanto, a atenção de todos para que, antes de rotular seu aluno de hiperativo ou portador de algum déficit de aprendizagem, faça uma observação pormenorizada de como está a vida desta criança, converse com os pais no sentido de obter mais informações sobre as condições reais para o desenvolvimento dela que se dá, sobretudo, fora dos muros da escola.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Psicopedagogia: um campo do saber em ascensão

Nós da Psicopedagogia estamos vivendo um período de mudanças com a implantação de cursos de Graduação em Psicopedagogia, como é o nosso caso na UFPB, e temos observado uma resistência muito grande com relação a este campo do saber, principalmente por parte de alguns profissionais da Psicologia e da Pedagogia.
Gostaria, no entanto, de esclarecer aos que ainda não conhecem ou não compreenderam, que a Psicopedagogia tem por objeto de estudo o Processo de Aprendizagem humana e nos debruçamos a respeito deste processo de forma aprofundada e holística.
Não é nosso intuíto concorrer com outras áreas e sim unir forças para, juntos, tentarmos minimizar as inúmeras contradições educacionais e sociais que hoje permeiam a educação brasileira.
Assim, conclamo aqueles que criticam de forma veemente o curso de graduação em Psicopedagogia, que pare, pesquise e conheça mais a respeito deste campo para que, posteriormente, possa tecer algum comentário ou crítica. Mas, com fundamento e não a crítica pela crítica.
Observa-se que o fenômeno da aprendizagem é bastante amplo e complexo para ficar restrito a apenas um curto período de estudo, como é o caso das especializações, por isso é preciso que nos debrucemos por um período que propicie uma compreensão real deste fenômeno, nas várias fases do desenvolvimento humano e nas diversas áreas de atuação. Neste sentido, as especializaçõe viriam a somar, a aprimorar um conhecimento anterior.
O Psicopedagogo não está sendo formado para assumir o lugar do professor e nem do psicólogo escolar, mas para somar, contribuir para uma ação-reflexão, em que todos saírão ganhando, principalmente a sociedade brasileira.

sábado, 21 de agosto de 2010

SEMINÁRIO TEMÁTICO I


Espaço de discussão a respeito da Pesquisa na Universidade e da Ciência de forma geral.

CONSTRUÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA


Espaço de discussão a respeito da construção da leitura e da escrita.